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segunda-feira, 18 de junho de 2007

Fiscais Agropecuários entram em greve


Os Fiscais Agropecuários Federais entraram em greve hoje. Com isso os prejuízos para economia do estado podem ser imensos. Se eles não trabalham não existe exportação de produtos agrícolas. Além disso, os frigoríficos não podem liberar sua carne. Ou seja, tudo que for produzido terá que ser deixado no próprio depósito da empresa.


Em todo o Paraná, exitem 260 fiscais. Eles pedem que sejam contratados mais agentes já que o último concurso feito pelo governo determinou a contratação de apenas 390, número que seria suficiente apenas para o Paraná.


Outra reivindicação é de um bônus para os médicos veterinários, coisa que a 14 anos não acontece. Eles ainda pedem que aquelas pessoas que se aposentam sejam substituídas já que isso não está acontecendo.


A greve continua até o dia 22, ou até que alguma propósta seja feita pelo governo federal. Portos e aeroportos não devem exportar cargas agropecuárias enquanto a greve persistir. Uma mercadoria sem visto do fiscal não vale nada no mercado externo.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Perdas já chegam a R$ 83 milhões na agricultura da Região Oeste



O Deral (Departamento de Economia Rural) apresentou seu primeiro balanço de perdas com a geada hoje. O dado aponta para um prejuízo de 348.142 toneladas de milho safrinha, na área correspondente a Seab (Secretaria de Agricultura e Abastecimento), que compreende 25 municípios.

Ao todo, são 30 mil hectares perdidos, que representam 33% da área plantada e 15,6% do total do estado. Segundo o diretor do Deral em Curitiba, Francisco Carlos Simioni, mesmo com uma redução tão significativa na estimativa de grãos, as perdas representam apenas 1,7% do valor bruto da produção no estado.

"Isso é um montante pequeno. Mesmo com as perdas, se compararmos com os três últimos anos, vamos perceber que esta continua sendo uma das melhores safras", comenta.

terça-feira, 5 de junho de 2007

70% das empresas de gás são irregulares


O presidente do núcleo das revendas de gás, Pedro Machado denunciou hoje, em reunião na Acic (Associação Comercial e Industrial de Cascavel), que mais de 70% das empresas que vendem gás de cozinha em Cascavel, são irregulares.


Segundo ele, para tornar a fiscalização mais rígida na cidade e também regulamentar as empresas que vivem na ilegalidade, um projeto já foi enviado a câmara de Vereadores. "Ele está passando por uma análise, para depois entrar em votação", comenta.


No entanto, o Corpo de Bombeiros de Cascavel, diz que a lei deve ter pouco efeito. "Nós só fiscalizamos quando há denúncia e se isso não acontece, não podemos fazer nada. Além disso, não adianta dizer que 70% estão na ilegalidade. Então que traga a lista com o endereço destas empresas que nós irremos atrás delas", comenta o Tenente Trindade.


Ele diz ainda, que a maioria das pessoas que denunciam não querem se identificar por também estarem na irregularidade. " Eles só querem "ferrar" com a empresa vizinha", afirma.

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Cesta Básica tem queda de 2,74% em maio


O preço da cesta básica caiu em Cascavel no mês de maio. Em comparativo com abril a redução foi de 2,74%, decrescendo de R$162,49 para R$157,99. O dado é da pesquisa realizada por acadêmicos da Univel, dentro das normas do Dieese.

A redução já estava acontecendo desde o mês de março, quando o valor da cesta chegou ao pico máximo de R$ 163,87. Isso depois de consecutivos aumentos desde junho de 2006.

O produto que mais pesou na redução do custo da cesta foi o tomate, com queda de 40,97% no seu preço. Na seqüência estão a batata com (-8,55%) e a banana com (-6,60). Em contrapartida, o leite teve um aumento de 21,46% e a carne de 6,75%.

Na comparação com o mesmo mês de 2006, a cesta teve um aumento de R$ 20,68, ou seja 14,31%.

Ao todo, 28 estabelecimentos comerciais foram visitados.

domingo, 3 de junho de 2007

Dólar permanece em R$1,90


Sem interferência do governo, o dólar atinge pelo terceiro dia consecutivo o custo de R$ 1,90. A última vez que essa cotação havia sido registrada foi em 2000.

Quem tem sofrido mais com esse valor baixo são os agricultores. Além do clima não estar colaborando, a baixa no câmbio causa sérios prejuísos na hora de vender os grãos.
Do outro lado da questão, a procura por produtos Paraguaios tem aumentado. Principalmente próximo a fronteira de Foz do Iguaçu.

Desde dezembro de 2006, as quedas tem sido freqüentes, mês a mês os índices se tornam ainda mais baixos. Em dezembro de 2006 a cotação ficou em R$2,13, em janeiro caiu para R$2,12, em fevereiro a cotaçã permaneceu estável em R$2,12, março R$2,06 , abril R$2,03 , maio R$1,92 e hoje R$1,90.

Alguns economistas acreditam que esse valor possa cair ainda mais. O economista, Marcos Wagner da Fonseca, acredita que até o fim desde ano o valor do dólar chegue a R$1,80.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Queda do dólar prejudica agronegócio em Cascavel

Com uma cotáção de R$1,96 apresentada hoje no mercado nacional, o dólar tem causado temor em meio ao agronegócio em Cascavel. O câmbio que desde 2001 nunca esteve tão desvalorizado, está assustando a categoria que teme por uma queda ainada maior.

Segundo o economista da Granoeste, Camilo Mütter, até o momento o mercado de soja e milho continua estável na cidade. "A tendência no entanto, é uma queda ainda maior no câmbio, o que pode causar dois fatores: ou uma oferta de produção muito alta, representando uma desvalorização ainda maior do dólar, ou uma queda nas exportações causada pelo equiparamento do mercado interno com o externo", informa.

De acordo com o economista, Marcos Wagner da Fonseca, a tendência do dólar é uma redução gradativa. " Acreditamos que a moeda chegue a valer R$ 1, 80 até o fim deste ano. Este valor, a longo prazo, deve trazer sérios riscos a economia, inclusive refletindo em demissões e falta de interesse das empresas locais em investir na cidade", explica.

Isso ocorre porque os produtos externos estão com valor reduzido favorecendo a importação. "Com tanta concorrencia os produtos brasileiros devem sofrer uma pressão muito grande, o que faz as empresas diminuirem seus lucros e consequentemente evitarem a expanção", finaliza.

Não apenas o agronegócio deve ser afetado diretamente pela desvalorização do câmbio. As indústrias texteis, de frango, e outras, que no Paraná são grandes exportadoras, também devem obter reflexos negativos.